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4.7.03

Walter Benjamin 

«Walter Benjamin, a História dos Vencidos e a Guerra Civil Espanhola» foi um contributo do Socio[B]logue para uma perspectiva de abordagem à Guerra Civil. Procurando equacionar o papel de W. Benjamin, recebemos a seguinte nota de José Fernando Guimarães, do Incógnito qb:

«A obra de Walter Benjamin, como a sua vida, é um labirinto. Um labirinto de amores, de jogo (jogava perdidamente nos casinos), de colecções (livros, por exemplo), de textos. Além disso, esses textos são, muitas vezes, contraditórios de texto para texto. Por isso, Adorno (que vivia exilado nos EUA) olhava para a sua obra de esguelha; o seu grande amigo é, de facto, Sholem. E Adorno olhava para Benjamin de esguelha porque não reconhecia no seu pensamento a matriz marxista - nem sequer a matriz do marxismo da escola de Frankfurt (de que «Dialéctica negativa», «Minima moralia» ou «Teoria estética» são o exemplo - um exemplo conflituoso com a obra maior de Benjamin: «Paris. Capital cultural do século XIX»). Todavia, lá o vai ajudando - pouco, é certo.

É no meio deste labirinto (um labirinto que nasce, creio eu, aquando do não reconhecimento do meio universitário, por alturas da sua tese de doutoramento intitulada «O conceito de crítica estética no romantismo alemão» e que culmina com o não reconhecimento pela universidade de Frankfurt de «Origem do drama barroco alemão»), que Benjamin se fixa em Baudelaire ou Proust, por exemplo.

Qual será, então, a leitura mais completa (ainda que sempre incompleta, como qualquer leitura) da obra de Benjamin? Pois bem. Um cruzamento da filosofia, da literatura, do judaismo. É deste cruzamento que surge o conceito de aura - que se prende com a leitura que Benjamin faz da história (leitura essa que tem pontos de contacto com a leitura de Heidegger). E que está na sua poesia («Os sonetos de Walter Benjamin», trad. Vasco Graça Moura, Campo das Letras).»


José Fernando Guimarães, Incógnito qb

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